Azzaro - Azzaro pour Homme (100ml)
Azzaro - Azzaro pour Homme (100ml)
Azzaro - Azzaro pour Homme (100ml)
Descubra o Azzaro - Azzaro pour Homme (100ml), um perfume masculinos da marca azzaro. Fragrância única e envolvente para quem busca sofisticação e elegância.
Características
- Marca: azzaro
- Categoria: Masculinos
- Volume: 100ml
Produto original importado. Garantia de autenticidade.
Avaliações de Clientes
Poucos perfumes são tão viciantes para mim quanto o Azzaro. Apesar de ser da mesma era do Paco Rabanne, Bogart, Quorum, etc., Azzaro PH vai numa linha paralela. Também abre com aquela pegada barbershop, com muito musgo e lavanda, mas depois de alguns instantes ele se transforma. Ao invés do "verde" que geralmente acompanha os perfumes da época, aqui emerge o anis estrelado e o cedro, deixando a fragrância muito madura e com um "quê" sensual e misterioso. Concordo com o @nandocl abaixo: Na secagem ele me remete um pouco ao Drakkar Noir, achei que era o único que via essa semelhança. Pra mim, seria o equivalente a usar um Armani Code nos anos 1970 (no sentido de ter uma aura misteriosa). A projeção é moderada e a fixação passa facilmente das 8h. Em dias mais amenos é onde ele se destaca. É obrigatório numa coleção de fragrâncias clássicas!
Um clássico eterno, a fórmula atual perdeu projeção, 1h ou talvez no máximo 1:30h de projeção educada nada escandaloso como já foi um dia, e fixa por 6 a 7h, a parte animalico reduziu muito também, agora você sente uma íris levemente atalcada bem presente, e um adocicado que já existia más antigamente era bem mais tímido, agora esse adocicado tem mais presença na fragrância, não digo que mataram o perfume, más o tornaram um ótimo perfume para encontros românticos, pode inclusive bater de frente com os já consagrados The one D&G e Bvlgari Man in Black, e rende muitos elogios nessas ocasiões, mulheres jovens de 20 e poucos de idade inclusive ficam curiosas para saber qual é o perfume, para aqueles que não gostavam da agressividade e aspecto pungente do perfume de antigamente agora Azzaro pour homme é uma fragrância agradável, adocicada, e levemente atalcado, um perfume excelente para momentos de intimidade, tiro certo!!!
Outro polarizante da velha guarda, odiado por muitos e amado por muitos, clássico. Se colocássemos junto com ele Polo Green e Kouros (que por sinal tem sido um dos meus favoritos ultimamente) ele talvez seja o menos agressivo, possuindo algumas notas semelhantes aos outros dois citados acima como: couro, musgo, almíscar e âmbar. Ainda assim consegue ser mais ''digerível'' para quem não suporta os outros. Eu particularmente tive uma grata surpresa quando o descobri, é um perfume com a cara e o dna da sua época, ele escreve e marca uma geração específica e única da perfumaria, foi e ainda é importante para o conceito todo no geral. Não acho que o mesmo seja ultrapassado ou antiquado, me parece ter envelhecido muito bem por mais que tenha sido reformulado e alterado a concentração das notas e etc. Pessoal força muito a barra pra falar dele, soando como inadequado ou até mesmo errado, mas na moralzinha mesmo, de 1978 até o ano atual o fato de ainda estarem fazendo deve sinalizar alguma coisa, não? Consegui usar em ocasiões diferentes como trabalho, passeios, jantares e etc. Combina com uma brisa contínua num dia semi-ensolarado dentro de um Del Rey modelo ouro com os bancos de couro na cor preta. Completamente masculino. É preciso entender que certas coisas demandam personalidade e atitude, macios nem tentem, vão cair do cavalo. Estará em minha coleção em breve.
Adquirir novamente o Azzaro Pour Homme foi, acima de tudo, um resgate afetivo. Este perfume tem um significado muito além do olfato. É memória viva: o cheiro do meu pai, alinhado em seu traje social, saindo para o trabalho, enquanto eu, criança, absorvia aquele aroma imponente, forte, cheio de presença. Um cheiro que, de alguma forma, representava segurança, elegância e maturidade. Ao revisitar essa fragrância na versão atual de 2024, a decepção foi inevitável. A abertura ainda traz uma lavanda aromática e uma leve doçura cítrica, mas que surge de forma muito mais tímida e diluída. Aquele acorde especiado e levemente verde, tão marcante e instantaneamente reconhecível, praticamente se perdeu. O corpo do perfume, que antes entregava uma robustez incrível — combinando notas secas de musgo de carvalho, especiarias quentes e madeiras densas —, hoje aparece mais limpo, suavizado, quase esterilizado, claramente adaptado às normas atuais da perfumaria (como as restrições sobre musgo natural e alguns compostos alergênicos). A performance reflete essa reformulação: projeção de moderada a baixa e fixação que não ultrapassa 4 a 5 horas na pele, contrastando drasticamente com o monstro olfativo que ele foi nas décadas de 80 e 90, quando bastavam duas borrifadas para o perfume marcar ambientes e durar o dia inteiro. O que resta é uma vaga lembrança do que um dia foi. O cheiro ainda está lá — de forma diluída, mais suave, quase fantasmagórica — como um eco de uma era em que a perfumaria masculina apostava em potência, presença e assinatura inconfundível.
Esse perfume é uma obra de arte. Para mim, é cheiro de homem, não cheiro de menino. Ele traz a força masculina para frente em um aroma extremamente calibrado e completo. As notas de abertura trazem um frescor amadeirado, que pende a lavanda, mas ao mesmo tempo é equilibrado e transaciona perfeitamente para as notas de meio. As notas de meio e de fundo, transicionam o tempo todo. Por horas, se você cheirar ele em seu braço por exemplo, ele traz o couro, mas logo na sequência trás o cheiro de zimbro e vetiver. Pessoal diz que ele é datado, mas eu discordo, é um perfume de muita personalidade e presença. Não tem como não perceber ele. Além disso mantém uma boa projeção por volta de 2h. É algo que dá para comprar de forma cega, é extremamente elegante e se você busca passar seriedade e respeito é o perfume certo. Tenho usado ele como assinatura.
Poucos perfumes são tão viciantes para mim quanto o Azzaro. Apesar de ser da mesma era do Paco Rabanne, Bogart, Quorum, etc., Azzaro PH vai numa linha paralela. Também abre com aquela pegada barbershop, com muito musgo e lavanda, mas depois de alguns instantes ele se transforma. Ao invés do "verde" que geralmente acompanha os perfumes da época, aqui emerge o anis estrelado e o cedro, deixando a fragrância muito madura e com um "quê" sensual e misterioso. Concordo com o @nandocl abaixo: Na secagem ele me remete um pouco ao Drakkar Noir, achei que era o único que via essa semelhança. Pra mim, seria o equivalente a usar um Armani Code nos anos 1970 (no sentido de ter uma aura misteriosa). A projeção é moderada e a fixação passa facilmente das 8h. Em dias mais amenos é onde ele se destaca. É obrigatório numa coleção de fragrâncias clássicas!
Um clássico eterno, a fórmula atual perdeu projeção, 1h ou talvez no máximo 1:30h de projeção educada nada escandaloso como já foi um dia, e fixa por 6 a 7h, a parte animalico reduziu muito também, agora você sente uma íris levemente atalcada bem presente, e um adocicado que já existia más antigamente era bem mais tímido, agora esse adocicado tem mais presença na fragrância, não digo que mataram o perfume, más o tornaram um ótimo perfume para encontros românticos, pode inclusive bater de frente com os já consagrados The one D&G e Bvlgari Man in Black, e rende muitos elogios nessas ocasiões, mulheres jovens de 20 e poucos de idade inclusive ficam curiosas para saber qual é o perfume, para aqueles que não gostavam da agressividade e aspecto pungente do perfume de antigamente agora Azzaro pour homme é uma fragrância agradável, adocicada, e levemente atalcado, um perfume excelente para momentos de intimidade, tiro certo!!!
Outro polarizante da velha guarda, odiado por muitos e amado por muitos, clássico. Se colocássemos junto com ele Polo Green e Kouros (que por sinal tem sido um dos meus favoritos ultimamente) ele talvez seja o menos agressivo, possuindo algumas notas semelhantes aos outros dois citados acima como: couro, musgo, almíscar e âmbar. Ainda assim consegue ser mais ''digerível'' para quem não suporta os outros. Eu particularmente tive uma grata surpresa quando o descobri, é um perfume com a cara e o dna da sua época, ele escreve e marca uma geração específica e única da perfumaria, foi e ainda é importante para o conceito todo no geral. Não acho que o mesmo seja ultrapassado ou antiquado, me parece ter envelhecido muito bem por mais que tenha sido reformulado e alterado a concentração das notas e etc. Pessoal força muito a barra pra falar dele, soando como inadequado ou até mesmo errado, mas na moralzinha mesmo, de 1978 até o ano atual o fato de ainda estarem fazendo deve sinalizar alguma coisa, não? Consegui usar em ocasiões diferentes como trabalho, passeios, jantares e etc. Combina com uma brisa contínua num dia semi-ensolarado dentro de um Del Rey modelo ouro com os bancos de couro na cor preta. Completamente masculino. É preciso entender que certas coisas demandam personalidade e atitude, macios nem tentem, vão cair do cavalo. Estará em minha coleção em breve.
Adquirir novamente o Azzaro Pour Homme foi, acima de tudo, um resgate afetivo. Este perfume tem um significado muito além do olfato. É memória viva: o cheiro do meu pai, alinhado em seu traje social, saindo para o trabalho, enquanto eu, criança, absorvia aquele aroma imponente, forte, cheio de presença. Um cheiro que, de alguma forma, representava segurança, elegância e maturidade. Ao revisitar essa fragrância na versão atual de 2024, a decepção foi inevitável. A abertura ainda traz uma lavanda aromática e uma leve doçura cítrica, mas que surge de forma muito mais tímida e diluída. Aquele acorde especiado e levemente verde, tão marcante e instantaneamente reconhecível, praticamente se perdeu. O corpo do perfume, que antes entregava uma robustez incrível — combinando notas secas de musgo de carvalho, especiarias quentes e madeiras densas —, hoje aparece mais limpo, suavizado, quase esterilizado, claramente adaptado às normas atuais da perfumaria (como as restrições sobre musgo natural e alguns compostos alergênicos). A performance reflete essa reformulação: projeção de moderada a baixa e fixação que não ultrapassa 4 a 5 horas na pele, contrastando drasticamente com o monstro olfativo que ele foi nas décadas de 80 e 90, quando bastavam duas borrifadas para o perfume marcar ambientes e durar o dia inteiro. O que resta é uma vaga lembrança do que um dia foi. O cheiro ainda está lá — de forma diluída, mais suave, quase fantasmagórica — como um eco de uma era em que a perfumaria masculina apostava em potência, presença e assinatura inconfundível.
Esse perfume é uma obra de arte. Para mim, é cheiro de homem, não cheiro de menino. Ele traz a força masculina para frente em um aroma extremamente calibrado e completo. As notas de abertura trazem um frescor amadeirado, que pende a lavanda, mas ao mesmo tempo é equilibrado e transaciona perfeitamente para as notas de meio. As notas de meio e de fundo, transicionam o tempo todo. Por horas, se você cheirar ele em seu braço por exemplo, ele traz o couro, mas logo na sequência trás o cheiro de zimbro e vetiver. Pessoal diz que ele é datado, mas eu discordo, é um perfume de muita personalidade e presença. Não tem como não perceber ele. Além disso mantém uma boa projeção por volta de 2h. É algo que dá para comprar de forma cega, é extremamente elegante e se você busca passar seriedade e respeito é o perfume certo. Tenho usado ele como assinatura.